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Dia Nacional da Matemática

O dia Nacional da Matemática é comemorado no dia 06 de maio. A data foi instituída  a partir de um projeto de lei, datado de 05 de maio de 2004, pela então deputada Raquel Teixeira. O objetivo era que o Ministério da Educação e da Cultura incentivasse atividades culturais e educativas nessa data. A proposta de Raquel determinava um momento para refletir a educação matemática, incentivando os professores e estudantes a cultivar a cultura e o saber. Apenas em 26 de junho de 2013 a Presidenta da República, Dilma Rousseff, sancionou a lei n° 12.835, que instituiu, oficialmente, o Dia Nacional da Matemática, que deve ser comemorado anualmente em todo o território nacional em 06 de maio.
A escolha da data é em homenagem a Júlio César de Mello e Souza, escritor e matemático brasileiro, que nasceu no Rio de Janeiro em 6 de maio de 1895 e morreu em Recife em 18 de junho de 1974), mais conhecido pelo heterônimo de Malba Tahan. Através de seus romances foi um dos maiores divulgadores da matemática no Brasil.
         Ele é famoso no Brasil e no exterior por seus livros de recreação matemática e fábulas e lendas passadas no Oriente, muitas delas publicadas sob o heterônimo/pseudônimo de Malba Tahan. Seu livro mais conhecido, O Homem que Calculava, é uma coleção de problemas e curiosidades matemáticas apresentada sob a forma de narrativa das aventuras de um calculista persa à maneira dos contos de Mil e Uma Noites. Monteiro Lobato classificou-a como: “… obra que ficará a salvo das vassouradas do Tempo como a melhor expressão do binômio ‘ciência-imaginação.
Em 2004 foi fundado em Queluz — terra onde o escritor passou sua infância—o Instituto Malba Tahan, com o objetivo de fomentar, resgatar e preservar a memória e o legado de Júlio César.
Para saber mais sobre a bibliografia de Malba Tahan consulte o wikipédia.
Muito mais sobre Malba Tahan você encontra nesse site.
Vejamos abaixo algumas das suas obras:

A história da onça que queria acordar cedoA história da onça que queria acordar cedo

Dona Onça não anda bem. Sente fortes pontadas nas costas, dor de cabeça e aflição nas pernas. É capaz de virar fera e colocar a vida dos outros moradores da floresta em risco. E a bicharada sabe que é hora de fazer de tudo para que a Dona Onça possa se isolar nas montanhas…

A A pequenina luz azulpequenina luz azul

Ao acordar no meio da madrugada, o Sultão El-Khamir ficou intrigado com uma luzinha azul brilhando, muito viva, a distância. Então decide investigar. Chamou Deus e o mundo para ajudá-lo a descobrir de onde se originava a luz, quem a acendera e para que propósito. O angustiado Sultão precisa saber: de onde vinha, afinal, a pequenina luz azul?

O rabi e o cocheiroO rabi e o cocheiro

O Rabi Zalman saiu de Lodz, na Polônia, para visitar três pequenas povoações. Com ele, seguiu o cocheiro Jokanan. Eis que logo no início do percurso, salvou o amo do ataque de uma cobra. Agradecido, Zalman prometeu recompensá-lo e, a pedido do cocheiro, aceitou que trocassem de papéis. O sábio seria então o humilde servo. E agora, como esse Rabi temporário irá se sair?

 

Os sonhos do lenhador

Os sonhos do lenhador

O modesto lenhador Chang Tang Li era o sonhador da pequena aldeia de Rios Sagrados. Todo dia narrava histórias incríveis aos sete ventos. Um dia tropeçou num pote repleto de moedas de ouro. Escondeu a descoberta, e, depois de uma noite agitada, acreditou que tudo não passava de outro                                        devaneio e contou aos amigos. O barqueiro Su Tai encontrou o pote e o levou para si.

O Homem que calculavaO Homem que calculava

Aventuras de um singular calculista persa. Prefácio do autor. Ilustrações de Felicitas Barreto e Solon Botelho. Desenhos geométricos de Horácio Rubens. Esse livro, já traduzido para o Inglês e para o Espanhol, é um dos livros mais conhecidos no Brasil.

Veja uma das histórias do livro: 35 camelos em vídeo.

Amor de beduínoAmor de beduíno

Contos orientais. Prefácio do saudoso Prof. Jean Achar. Capa do professor Chamberland. Os contos foram incluídos em outros livros.

Lendas do bom RabiLendas do bom Rabi

Seleção de contos que visitam os textos sagrados do judaísmo, as lendas do folclore hebraico e as histórias contadas pela tradição oral.

Mil Histórias Sem FimMil Histórias Sem Fim

Prefácio de Humberto de Campos. Ilustrações de Solon Botelho e Renato Silva.

Os melhores contosOs melhores contos

Seleção de contos que trazem um pouco da sabedoria, fantasia e aventuras das “Mil e Uma Noites”.

Novas lendas orientaisNovas lendas orientais

Com dedicatória em árabe, pelo Prof. Ragy Basile. Ilustrações de Ramon Llampayas. Figuram nesse livro, as lendas mais curiosas do Oriente: “A Primeira Rúpia”, “Treze, Sexta Feira”, “Uma Aventura de amor no Reino do Sião”, etc…

A Caixa do FuturoA Caixa do Futuro

Novela infantil. Com ilustrações de Calmon Barreto. Nesse curioso romance aparece um país chamado Brenan, onde tudo é brenan.

Meu Anel de Sete PedrasMeu Anel de Sete Pedras

Estudos relacionados com o folclore da Matemática. Adivinhas populares. Unidades pitorescas. Problema da Besta do Apocalipse, etc…

Aventuras do rei BaribêAventuras do rei Baribê

Romance oriental infanto-juvenil. Com ilustrações de Solon Botelho, Renato Silva e Calmon Barreto. Nesse livro foi incluída a famosa lenda sobre a origem da palavra xibolete.

Lendas do desertoLendas do deserto

Contos orientais. Prefácio de Olegário Mariano. Ilustrações de H. Cavalleiro.

 

 

Lendas do oásis  Lendas do oásis

Contos orientais. Procedimentos de uma biografia de Malba Tahan.

 

Lendas do povo de deusLendas do povo de deus

Contos yidsches. Preces, lendas, parábolas e alegorias israelitas extraídas do Talmude, da Bíblia, de livros santos e das principais antologias judaicas. No final do livro, foi incluído um vocabulário cuja finalidade é esclarecer sobre todos os termos e símbolos que são citados no livro. Figuram nessa obra lendas judaicas e algumas parábolas de Jesus.

 

MaktubMaktub

Lendas orientais. Com uma carta-prefácio do General Turco Khara Ulugberg.

 

Mil Histórias Sem Fim IMil Histórias Sem Fim I

Prefácio de Humberto de Campos. Ilustrações de Solon Botelho e Renato Silva.

 

Matemática divertida e curiosaMatemática divertida e curiosa

Malba Tahan rebela-se contra os que tentam transmitir o conhecimento matemático de modo ‘árido e enfadonho’, alheio tanto à fantasia que lhe é própria, quanto à vinculação com o cotidiano.

 

 

O livro de AladimO livro de Aladim

Neste livro, Malba Tahan reuniu algumas das melhores histórias e lendas do mundo árabe.

 

 

Minha vida queridaMinha vida querida

Precedido do artigo Radia! Radia! (O Poeta das três Recusas) e biografia de Malba Tahan. Ilustrações de Calmon Barreto.

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