"Não há cura para o nascimento e a morte, a não ser usufruir o intervalo." (George Santayana)

OBMEP 2017

Caros alunos as provas da OBMEP 2017 será aplicada no dia 06 de junho (terça-feira). Cada turma fará as provas em seus horários. Em breve divulgarei como ficarão os horários.

Baixe as provas de anos anteriores com gabaritos no link: http://www.obmep.org.br/provas.htm

ΜΔπΣΜΔπФ¢Δ – OS 10 MANDAMENTOS

  1. Nunca dividirás por zero;
  2. Simplificai sempre que possível (simplificai hoje, simplificai amanhã, simplificai sempre);
  3. Não cortarás (cancelarás) denominador em vão;
  4. Não calcularás quadrado da soma como soma dos quadrados;
  5. Não levantarás falso teorema;
  6. Não matarás aulas;
  7. Prestarás atenção a todas as aulas como se fosse a última;
  8. Não deixarás para estudar na “última hora”;
  9. Não temerás o MMC nem as frações;
  10. Não cobiçarás respostas alheias.

Por Valdex Santos

Testes de inteligência

Dia Nacional da Matemática

O dia Nacional da Matemática é comemorado no dia 06 de maio. A data foi instituída  a partir de um projeto de lei, datado de 05 de maio de 2004, pela então deputada Raquel Teixeira. O objetivo era que o Ministério da Educação e da Cultura incentivasse atividades culturais e educativas nessa data. A proposta de Raquel determinava um momento para refletir a educação matemática, incentivando os professores e estudantes a cultivar a cultura e o saber. Apenas em 26 de junho de 2013 a Presidenta da República, Dilma Rousseff, sancionou a lei n° 12.835, que instituiu, oficialmente, o Dia Nacional da Matemática, que deve ser comemorado anualmente em todo o território nacional em 06 de maio.
A escolha da data é em homenagem a Júlio César de Mello e Souza, escritor e matemático brasileiro, que nasceu no Rio de Janeiro em 6 de maio de 1895 e morreu em Recife em 18 de junho de 1974), mais conhecido pelo heterônimo de Malba Tahan. Através de seus romances foi um dos maiores divulgadores da matemática no Brasil.
         Ele é famoso no Brasil e no exterior por seus livros de recreação matemática e fábulas e lendas passadas no Oriente, muitas delas publicadas sob o heterônimo/pseudônimo de Malba Tahan. Seu livro mais conhecido, O Homem que Calculava, é uma coleção de problemas e curiosidades matemáticas apresentada sob a forma de narrativa das aventuras de um calculista persa à maneira dos contos de Mil e Uma Noites. Monteiro Lobato classificou-a como: “… obra que ficará a salvo das vassouradas do Tempo como a melhor expressão do binômio ‘ciência-imaginação.
Em 2004 foi fundado em Queluz — terra onde o escritor passou sua infância—o Instituto Malba Tahan, com o objetivo de fomentar, resgatar e preservar a memória e o legado de Júlio César.
Para saber mais sobre a bibliografia de Malba Tahan consulte o wikipédia.
Muito mais sobre Malba Tahan você encontra nesse site.
Vejamos abaixo algumas das suas obras:

A história da onça que queria acordar cedoA história da onça que queria acordar cedo

Dona Onça não anda bem. Sente fortes pontadas nas costas, dor de cabeça e aflição nas pernas. É capaz de virar fera e colocar a vida dos outros moradores da floresta em risco. E a bicharada sabe que é hora de fazer de tudo para que a Dona Onça possa se isolar nas montanhas…

A A pequenina luz azulpequenina luz azul

Ao acordar no meio da madrugada, o Sultão El-Khamir ficou intrigado com uma luzinha azul brilhando, muito viva, a distância. Então decide investigar. Chamou Deus e o mundo para ajudá-lo a descobrir de onde se originava a luz, quem a acendera e para que propósito. O angustiado Sultão precisa saber: de onde vinha, afinal, a pequenina luz azul?

O rabi e o cocheiroO rabi e o cocheiro

O Rabi Zalman saiu de Lodz, na Polônia, para visitar três pequenas povoações. Com ele, seguiu o cocheiro Jokanan. Eis que logo no início do percurso, salvou o amo do ataque de uma cobra. Agradecido, Zalman prometeu recompensá-lo e, a pedido do cocheiro, aceitou que trocassem de papéis. O sábio seria então o humilde servo. E agora, como esse Rabi temporário irá se sair?

 

Os sonhos do lenhador

Os sonhos do lenhador

O modesto lenhador Chang Tang Li era o sonhador da pequena aldeia de Rios Sagrados. Todo dia narrava histórias incríveis aos sete ventos. Um dia tropeçou num pote repleto de moedas de ouro. Escondeu a descoberta, e, depois de uma noite agitada, acreditou que tudo não passava de outro                                        devaneio e contou aos amigos. O barqueiro Su Tai encontrou o pote e o levou para si.

O Homem que calculavaO Homem que calculava

Aventuras de um singular calculista persa. Prefácio do autor. Ilustrações de Felicitas Barreto e Solon Botelho. Desenhos geométricos de Horácio Rubens. Esse livro, já traduzido para o Inglês e para o Espanhol, é um dos livros mais conhecidos no Brasil.

Veja uma das histórias do livro: 35 camelos em vídeo.

Amor de beduínoAmor de beduíno

Contos orientais. Prefácio do saudoso Prof. Jean Achar. Capa do professor Chamberland. Os contos foram incluídos em outros livros.

Lendas do bom RabiLendas do bom Rabi

Seleção de contos que visitam os textos sagrados do judaísmo, as lendas do folclore hebraico e as histórias contadas pela tradição oral.

Mil Histórias Sem FimMil Histórias Sem Fim

Prefácio de Humberto de Campos. Ilustrações de Solon Botelho e Renato Silva.

Os melhores contosOs melhores contos

Seleção de contos que trazem um pouco da sabedoria, fantasia e aventuras das “Mil e Uma Noites”.

Novas lendas orientaisNovas lendas orientais

Com dedicatória em árabe, pelo Prof. Ragy Basile. Ilustrações de Ramon Llampayas. Figuram nesse livro, as lendas mais curiosas do Oriente: “A Primeira Rúpia”, “Treze, Sexta Feira”, “Uma Aventura de amor no Reino do Sião”, etc…

A Caixa do FuturoA Caixa do Futuro

Novela infantil. Com ilustrações de Calmon Barreto. Nesse curioso romance aparece um país chamado Brenan, onde tudo é brenan.

Meu Anel de Sete PedrasMeu Anel de Sete Pedras

Estudos relacionados com o folclore da Matemática. Adivinhas populares. Unidades pitorescas. Problema da Besta do Apocalipse, etc…

Aventuras do rei BaribêAventuras do rei Baribê

Romance oriental infanto-juvenil. Com ilustrações de Solon Botelho, Renato Silva e Calmon Barreto. Nesse livro foi incluída a famosa lenda sobre a origem da palavra xibolete.

Lendas do desertoLendas do deserto

Contos orientais. Prefácio de Olegário Mariano. Ilustrações de H. Cavalleiro.

 

 

Lendas do oásis  Lendas do oásis

Contos orientais. Procedimentos de uma biografia de Malba Tahan.

 

Lendas do povo de deusLendas do povo de deus

Contos yidsches. Preces, lendas, parábolas e alegorias israelitas extraídas do Talmude, da Bíblia, de livros santos e das principais antologias judaicas. No final do livro, foi incluído um vocabulário cuja finalidade é esclarecer sobre todos os termos e símbolos que são citados no livro. Figuram nessa obra lendas judaicas e algumas parábolas de Jesus.

 

MaktubMaktub

Lendas orientais. Com uma carta-prefácio do General Turco Khara Ulugberg.

 

Mil Histórias Sem Fim IMil Histórias Sem Fim I

Prefácio de Humberto de Campos. Ilustrações de Solon Botelho e Renato Silva.

 

Matemática divertida e curiosaMatemática divertida e curiosa

Malba Tahan rebela-se contra os que tentam transmitir o conhecimento matemático de modo ‘árido e enfadonho’, alheio tanto à fantasia que lhe é própria, quanto à vinculação com o cotidiano.

 

 

O livro de AladimO livro de Aladim

Neste livro, Malba Tahan reuniu algumas das melhores histórias e lendas do mundo árabe.

 

 

Minha vida queridaMinha vida querida

Precedido do artigo Radia! Radia! (O Poeta das três Recusas) e biografia de Malba Tahan. Ilustrações de Calmon Barreto.

Dicas de Leitura

Desafios e Investigações

Desafios e Investigações - Volume 1Será que sua bisavó poderia ter visto D. Pedro I proclamando a Independência do Brasil? É possível que um cachorro viva até os 88 anos? Estas são algumas das muitas questões que Tom O’Brien levanta no livro Desafios e investigações, uma obra que certamente encantará os alunos das séries iniciais.Em cada página um problema diferente é apresentado numa linguagem simples e de fácil entendimento para os pequenos. O melhor é que os problemas envolvem conteúdos importantes como possibilidades, representações espaciais, seqüências temporais e nem por isso têm aquela cara chata de dever de matemática.

Como bom professor de orientação piagetiana, o autor apresenta a disciplina de um jeito bem lúdico e interessante, incentivando os alunos a expor seu pensamento, discutir idéias e utilizar a lógica.

O livro é composto de duas partes, uma delas destinada aos alunos e a outra aos educadores. Na primeira há desafios que podem ser resolvidos no próprio livro e, na segunda, orientações para o trabalho em sala de aula.

Matemática Divertida e Curiosa

Mudar a maneira como a Matemática era trabalhada nas escolas e a forma como essa disciplina era vista pelas pessoas era um ideal do professor Júlio César de Mello e Souza. Em Matemática Divertida e Curiosa, o autor convida seus leitores a brincar com os números e a descobrir fatos, enigmas, estratégias de cálculos, anedotas e outras curiosidades sobre a história dessa disciplina. Bem no estilo Malba Tahan, o livro consegue mostrar a matemática como uma ciência viva e muito interessante, capaz de despertar a curiosidade e a paixão das pessoas. O livro apresenta uma série de recreações relativas à matemática elementar que não exigem o uso de fórmulas nem de cálculos complicados. É dessa forma que aborda assuntos diversos, como aritmética, álgebra e geometria.

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O Homem que Calculava

O Homem que Calculava é uma das obras mais conhecidas do professor Júlio César de Mello e Souza, que assinava seus livros com o pseudônimo Malba Tahan. Com mais de dois milhões de exemplares vendidos, o livro já está na 38ª edição e segue encantando jovens e adultos. O protagonista da história é Beremiz Samir, um homem com uma incrível capacidade matemática, capaz de resolver todos os enigmas e desafios lógicos que lhe são apresentados ao longo de uma viagem que faz pelas escaldantes areias de Bagdá. O autor apresenta aos seus leitores várias palavras de origem árabe ou persa, cujos significados são esclarecidos por meio de um glossário, seguido de um pequeno índice dos autores citados e de uma bibliografia. Em cada um dos 34 capítulos do livro, é apresentado um problema envolvendo partilha de heranças, jogos tradicionais, divisão de terras e outras situações do cotidiano daquela região. Camelos, cheiques e marajás são alguns dos personagens que participam do criativo enredo do autor.No final do livro são apresentadas algumas considerações sobre os problemas propostos. Elas auxiliam os leitores a compreender melhor as relações matemáticas presentes nos desafios resolvidos pelo protagonista da história.

06 de maio: Dia Nacional da Matemática

Dia Nacional da Matemática é comemorado no dia 06 de maio. A data foi escolhida para homenagear Malba Tahan, pseudônimo do professor de Matemática Julio César de Mello e Souza, que nasceu no Rio de Janeiro, em 1895, e faleceu em 1974, no Recife, aos 79 anos.

 Autor de mais de uma centena de livros, escreveu sobre Matemática Recreativa, Didática da Matemática, História da Matemática e Literatura Infanto-juvenil. Seus livros ensinam conceitos de Matemática e mostram que a disciplina pode ser uma divertida e desafiante aventura quando estudada de forma dinâmica e criativa. Daí ele ter recorrido a aventuras misteriosas, com beduínos, xeiques, vizires, magos, princesas e sultões. Sua obra mais famosa é “O Homem que Calculava”, que foi traduzido para doze idiomas.

 A data foi instituída em 2004, pelo projeto de Lei n. 3.482/2004, de autoria da deputada professora Raquel Teixeira e foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Educação e Cultura  no intuito de divulgar a ciência como uma importante ferramenta de trabalho humano.

Um dos problemas mais interessantes do livro “O Homem que Calculava” é o caso dos camelos. Veja o desafio abaixo e Decifre o problema mais famoso de Malba Tahan, retirado do livro “O Homem que Calculava”.

O caso dos camelos

Beremiz, o homem que calculava, estava viajando pelo deserto de carona no camelo de seu amigo. A certa altura, encontraram três irmãos discutindo acaloradamente. Eles não conseguiam chegar a um acordo sobre a divisão de 35 camelos que o pai lhes havia deixado de herança. Segundo o testamento, o filho mais velho deveria receber a metade, ao irmão do meio caberia um terço e o caçula ficaria com a nona parte dos animais. Eles, porém, não sabiam como dividir dessa forma os 35 camelos. A cada nova proposta seguia-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio. Em qualquer divisão que se tentasse, surgiam protestos, pois, a terça parte e a nona parte de 35 também não são exatas, e a partilha era paralisada. Como resolver o problema? 

É muito simples”, atalhou Beremiz, que dominava muito bem os números. Pedindo emprestado o camelo do amigo, propôs uma divisão dos agora 36 camelos. Sendo assim, o mais velho, que deveria receber 17 e meio, ficou muito satisfeito ao sair da disputa com 18. O filho do meio, que teria direito a pouco mais de 11 camelos, ganhou 12. Por fim, o mais moço em vez de herdar 3 camelos e pouco, ganhou 4. Todos ficaram muito felizes com a divisão. Como a soma 18 + 12 + 4 dá 34, Beremiz e o amigo ficam com dois camelos. Devolvendo o camelo de seu amigo, o homem que calculava ficou com aquele que sobrou. 

Pergunta-se: Como Beremiz resolveu o problema dos irmãos e ainda saiu ganhando um camelo?

Dica de Leitura: Livro “O Homem que Calculava”

O Homem que Calculava: aventuras de um singular calculista persa é um romance infanto-juvenil do escritor brasileiro Malba Tahan (heterônimo do professor Júlio César de Mello e Souza), que narra as aventuras e proezas matemáticas do calculista persa Beremiz Samir na Bagdá do século XIII. Foi publicado pela primeira vez em 1939 (data provável) e já chegou a sua 75ª edição.

A narrativa, dentro da paisagem do mundo islâmico medieval, trata das peripécias matemáticas do protagonista, que resolve e explica, de modo extraordinário, diversos problemas, quebra-cabeças e curiosidades da matemática. Inclui, ainda, lendas e histórias pitorescas, como, por exemplo, a lenda da origem do jogo de xadrez e a história da filósofa e matemática Hipátia de Alexandria. Sem ser um livro didático, tem, contudo, uma forte tonalidade moralista.

Sucesso de vendas no Brasil, tendo sido lida por várias gerações de leitores, a obra foi traduzida para o espanhol, o inglês, o italiano, o alemão e o francês.

Personagens principais

  • Hank Tade-Maiá – Ele conta a história e é amigo de Beremiz.
  • Beremiz Samir – O homem que calculava, protagonista.
  • Ibrahim Maluf el Barad -Grão-vizir protetor de Beremiz.
  • Telassim- Filha de 17 anos do poeta Iezid Abul Hamid.
  • Al-Motacém – O califa Al-Musta’sim Billah (1242-1258 AD) de Bagdá.

Enredo

Viajando de Samarra a Bagdá, Hank Tade-Maiá, o narrador da história, encontra Beremiz Samir, um singular personagem que se revela ser um fabuloso calculista da Pérsia. Eles decidem viajar juntos para Bagdá e ainda no trajeto Beremiz dá mostras de sua extraordinária habilidade com os cálculos.

Em Bagdá, Beremiz rapidamente torna-se famoso e muito requisitado tanto por pessoas comuns quanto por nobres, despertando a simpatia de uns e a inveja de outros. Emprega-se como secretário do Grão-vizir Ibrahim Maluf, enquanto que Tade-Maiá fica como escriba deste mesmo ministro. Beremiz aceita também a tarefa de ensinar a matemática à filha do poeta Iezid, travando conhecimento com Telassim, sua futura esposa. Até mesmo o califa ouve falar de Beremiz e concede-lhe uma audiência. O califa fica encantado com a argúcia do calculista, elogiando-o.

Para testar definitivamente a capacidade de Beremiz, o califa prepara, então, uma audiência onde o calculista seria argüido por sete sábios. Tendo respondido brilhantemente todas as provas, Beremiz, como recompensa, pede em casamento a mão de Telassim, por quem havia se apaixonado. Beremiz casa-se com Telassim e, se convertido ambos ao cristianismo, tendo três filhos, mudam-se juntamente com o amigo Tade-Maiá para Constantinopla na Turquia.

Fonte: http://pt.wikipedia.org

Obs.: É possível que você encontre tal livro na biblioteca municipal da sua cidade ou na biblioteca do seu colégio.